segunda-feira, 23 de novembro de 2009

História do Estadão do Norte contada pelo jornalista Antônio Queiroz

Jornalista Antônio Queiroz Visita ao jornal O Estadão do Norte


Entrevista Parte I

Entrevista Parte II


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ANTÔNIO QUEIROZ
O jornalista trabalha há 24 anos no jornal e ocupou todos os cargos na redação do jornal O ESTADÃO: de repórter a diretor de redação (cargo hoje extinto). Ingressou no O ESTADÃO em 1985 e também atuou na imprensa de Campina Grande (PB), no jornal Diário da Borborema.

Sued Pinheiro conta como foi a informatização no jornal do Alto Madeira

No vídeo, Sued Pinheiro explica como foi que os profissionais do Alto Madeira passaram pelo processo de transição da Máquina de escrever para o computador nas redações do jornal.

sábado, 21 de novembro de 2009

A trajetória da fotografia no jornal O Estadão do Norte (Por: José Hildes)

Reporter fotográfico José Hildes explica as etapas que viveu com as máquinas fotográficas


Antes dos computadores e da fotografia digital as fotos eram armazenadas desta forma em arquivos

Máquina fotográfica Nikon F5 (local de onde se colocava o filme)

Modelos das máquinas da esquerda para a direita: Yashica FX-D-Quartz; Nikon F-401s, Nikon F5


José Hildes relata no vídeo abaixo o processo que a fotografia passou . Ele trabalhou no período da instalação dos computadores como reporter fotográfico no jornal O Estadão do Norte.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Paulo Queiroz explica como foi o processo de informatização



Paulo Queiroz, jornalista do jornal O Estadão do Norte, vivenciou o processo de transição da máquina de escrever para o computador. No vídeo abaixo Paulo explica como os profissionais lidaram com a mudança. "Depois que descobrimos as facilidades do computador, ninguém mais quis trocar o computador pela máquina de escrever" diz. Para Paulo Queiroz os computadores são indispensáveis na profissão de jornalista, principalmente com a chegada da internet. "Hoje é impensável trabalhar em uma redação sem os computadores."
Paulo Queiroz é assessor de imprensa e tem uma coluna sobre política no jornal O Estadão do Norte.





Novas tecnologias encanta o Jornalista Nonato Cruz

Jornalista Nonato Cruz


Visita ao jornal O Estadão do Norte local onde o jornalista Nonato Cruz trabalha atualmente.

Nonato Cruz explica como foi o processo de informatização no Alto Madeira onde ele trabalhava na época da mudança da máquina de escrever para o computador





Lúcio Albuquerque: Um jornalista de muitas histórias para contar



Visita a casa do jornalista Lúcio Albuquerque, Juliana Mascarenhas e Bruna Tomáz



Lúcio Albuquerque trabalhou na redação do jornal Alto Madeira e O Estadão do Norte e lembra de uma história curiosa:

"Nos perdíamos com a nova tecnologia – ainda que os computadores fossem super-lentos em relação ao que se tem atualmente, xingávamos a máquina. Era comum perdermos um texto inteiro e botar a culpa na máquina, quando a culpada era a nossa “santa ignorância”"

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

CIRO PINHEIRO, colunista que tem amor pelo que faz

Coluna do jornalista Ciro Pinheiro no ano de 1986, quando o jornal era totalmente feito com a máquina fotográfica
Ciro Pinheiro segurando a coluna social do jornal Alto Madeira feita por ele em 1986 Ciro Pinheiro é um cearense, com 46 anos de profissão, 42 anos em Porto Velho, como redator e colunista do jornal Alto Madeira. Ciro passou por diversas fases do jornal Alto Madeira e explicou que está todo este tempo porque pegou amor pelo trabalho e independente de fases ruins continua e continuará firme, porque o jornal faz parte de sua vida. Ele manda uma mensagem para as pessoas que estão ingressando na profissão de jornalista: a receita básica é: tem que fazer o que gosta e ter amor no que faz.
ENTREVISTA

Época da máquina de escrever
BLOG- Como era a rotina da redação do jornal Alto Madeira na época em que os textos jornalísticos eram produzidos na máquina de escrever?

CIRO– Tudo era diferente, a começar pela quantidade de papel. Era dada muita importância à figura do copidesque e nada descia para as oficinas (era assim chamado o setor de composição e impressão do jornal) sem passar pela revisão manual e muitas vezes pelo copidesque. Como uma maquina datilográfica era bem mais barata do que um computador, não havia falta de máquina como agora, que são poucos nos computadores na redação. O barulho dos teclados davam um toque original à redação, hoje mais silenciosa e, também, mais triste.

BLOG- Quantos textos jornalísticos, em média, cada jornalista produzia na época da máquina de escrever?

CIRO- Dependia muito do setor de atuação do redator. Havia rapidez e segurança, sem o problema de a matéria ser deletada ou perdida como pode acontecer na máquina atual. Escreveu, “tava” lá a matéria. Sem nenhum perigo de ser perdida. Em média cada redator podia produzir cinco matérias, bem elaboradas. O meu caso era diferente. Comecei como correspondente no interior de jornais da capital (fazendo tudo), no Ceará, repórter, depois redator e, em Porto Velho, depois de muito tempo, virei “colunista social” atividade que nunca aprendi, mas que nunca larguei. Nem sempre é um trabalho tranqüilo: às vezes meio chato, porque as pessoas querem sempre ser elogiadas, nunca criticadas e acham que o colunista tem a obrigação de participar de tudo, mesmo que não goste e aturar gente chata.

BLOG- Quanto tempo, em média, era necessário para a execução de todas as tarefas realizadas na redação?

CIRO- Depende: o normal é começar cedo e entregar no final da tarde.

BLOG-Em média, quantas horas eram necessárias para a produção de cada edição do jornal (do início do trabalho até o fim da impressão)?

CIRO- O dia todo para no inicio da noite entrar o pessoal da impressão. Antigamente a impressão do Alto Madeira era feita na madrugada.

BLOG- Como eram realizadas as pesquisas antes da chegada da Internet, na redação do jornal Alto Madeira?

CIRO-As pesquisas eram feitas em bibliotecas, quase sempre, com leitura de livros especializados. Também com a leitura de jornais de outros estados.

BLOG- De que forma chegavam às informações nas redações, antes da utilização da Internet?

CIRO- No Alto Madeira na década 70 o jornal recebia as informações nacionais por meio das agências de noticias vinculadas aos Diários Associados, grupo ao qual o jornal pertencia. Via telex.

BLOG- Em média, quantas horas cada jornalista trabalha diariamente antes da instalação do computador na redação do jornal Alto Madeira?

CIRO- Cinco horas era o tempo correto para o trabalho do jornalista, mas esse tempo podia dobrar, de acordo com a necessidade. E naquele tempo havia muito diletantismo. Havia gente que “morava” no jornal. O salário nunca foi grande mas as pessoas trabalhavam como se fossem, também, donas do jornal. Sujar as mãos de tinta fazia parte. Alguns redatores faziam tudo. Revisão, diagramação (manual), copidesque etc.


Depois da chegada do computador na redação.

BLOG- Em que mês e ano começou o processo de informatização da redação do jornal Alto Madeira?

CIRO- Não estou lembrado. Estou em casa. Posso responder depois, no jornal. No final da década 70.

BLOG- Houve resistência por parte dos profissionais, com relação a utilização do computador, nas redações?

CIRO- Não: fizemos um cursinho do Senac e a adaptação foi tranqüila. Mesmo assim continuo digitando com força, rápido, fazendo barulho. Nunca perdi o jeito de datilógrafo.

BLOG- Qual foi o primeiro setor a receber computadores na redação do jornal Alto Madeira?CIRO- Não houve preferência por setor. A redação inteira foi privilegiada. No inicio havia computador para todos.

BLOG- A instalação do computador na redação do jornal Alto Madeira diminui a quantidade de horas necessárias para a execução de todas as tarefas realizadas na redação?

CIRO- No geral, não, não houve redução do trabalho. Em alguns setores, apenas. Na redação, mais ou menos.

BLOG- Os jornalistas, diagramadores e repórteres fotográficos fizeram algum curso na área de informática, antes da utilização do computador?

CIRO- Os redatores, repórteres e também diagramadores, sim. Mesmo assim, durante muito tempo, ainda continuou a diagramação manual.

BLOG- Quais as vantagens e desvantagens percebidas após a instalação de computadores na redação do jornal Alto Madeira?

CIRO- Vantagens, muitas. Entre elas a questão do arquivo com reedição sem problemas. Desvantagens: o perigo de uma pane ou vírus no computador e perder tudo.

BLOG- Pode-se dizer que o computador revolucionou o processo de produção na redação do jornal e trabalho do jornalista?

CIRO- Claro. E continua revolucionado porque a cada dia surgem novidades. Com o computador tudo ficou mais fácil,

BLOG-Quanto tempo depois do início da informatização, a Internet passou a ser utilizada na redação do jornal Alto Madeira?

CIRO- No AM a “descoberta” da Internet veio logo. Não por todos do jornal, mas aos poucos o pessoal foi passando a utilizar o serviço e sentido a necessidade.

BLOG- Quanto tempo, em média, foi necessário para você se adaptar a utilização do computador, na produção de textos jornalísticos?

CIRO-Não digo imediatamente, mas não durou muito tempo. Fui descobrindo cada coisa e ainda hoje continuo “achando” novidades.

BLOG- Com relação ao ambiente de trabalho (a redação), o que mudou com a chegada do computador?

CIRO- Não sou saudosista, mas gostava mais dos velhos tempos. As dificuldades estimulavam.
BLOG- Qual a principal dificuldade após a retirada da máquina de escrever da redação do jornal Alto Madeira?

CIRO- Não houve, com exceção do diretor do jornal (87 anos) que continua com sua maquina Olivetti, produzindo suas matérias diariamente. Não houve jeito de adaptação.

BLOG- Com a chegada do computador na redação do jornal Alto Madeira ocorreu uma redução na jornada de trabalho dos jornalistas?

CIRO- Sim. Aprontou a tarefa, pode ir pra casa. .


terça-feira, 17 de novembro de 2009

VIDEO: Diagramador do Jornal O Estadão José Felix



O Diagramador José Felix de Lima Filho trabalha há 16 anos no Jornal O Estadão do Norte, passou por todas as etapas da diagramação que o jornal teve ao longo do tempo.
Acostumado ao processo antigo de diagramar, com o uso de folhas diagrama, calculadora e régua de paica (paicas são linhas que dividem a página da diagramação como pautas em folha de caderno), José Felix, a primeira vista, não encarou com bons olhos o fato dele ter que abandonar seus apetrechos antigos para usar apenas um computador. " Tive medo de não saber fazer no software o que sabia fazer tão bem com papel a caneta" diz. O empresário Mário Calixto promoveu curso de atualização, capacitando todos os profissionais. " Se foi o medo. Depois que aprendi a mexer no programa, pude me soltar e adquirir mais confiança", destaca josé Felix.

ENTENDA DIAGRAMAÇÃO:

Antes do computador as redações utilizavam um sistema de composição gráfico complicado e lento. O processo de diagramação começava nas mãos do editor que distribuía o texto entre as páginas levando em conta o espaço ocupado pelas fotos e por anúncios publicitários. Quando o diagramador recebia o material, planejava o trabalho em um papel com tamanho reduzido, chamado raf, para depois passá-lo para o diagrama com o tamanho exato do jornal e finalmente para a composição, que ficava na oficina do veículo.

O jornalista Carlos Kuntzel explica que o período de transição da produção gráfica da prancheta para a tela do computador, algumas profissões se perderam. As profissões de tipógrafo e de linotipista sucumbiram com o fim dessas técnicas na produção jornalísticas impressa. O diagramador de prancheta sentou diante de um computador e passou a operar um programa Desktop, e os novos profissionais foram nessa onda. Kuntzel ressalta ainda a diferença de quem estava em transição conseguia mentalizar uma página e jogava seu conhecimento na tela do computador, e quem não manteve contacto nenhum com as técnicas anteriores aprendeu a preencher as páginas somente na tela do terminal, e se satisfaz com isso, embora nem sempre saiba o que está fazendo.

O advento das novas tecnologias tornou esse processo bem mais simples e veloz. Hoje não é preciso fazer raf nem diagrama, pois já podemos visualizar exatamente como ficará a folha impressa, na tela do computador. Os jornalistas foram muito beneficiados com esse progresso, pois ganharam mais tempo antes do fechamento da edição para concluir seus textos.

Os programas mais usados para diagramar jornais são o Page Maker e o Quark X Press para o tratamento de fotos e imagens, usa-se o Photoshop.

sábado, 14 de novembro de 2009

Entrevista com o jornalista CARLOS NEVES DE ARAÚJO

O jornalista Carlos Neves de Araújo, trabalhou durante 17 anos no jornal Alto Madeira, atuando como repórter-redator e editor de esportes, repórter-redator de política;editor-chefe e diretor de redação.

ENTREVISTA

Época da máquina de escrever

BLOG - Como era a rotina da redação do jornal Alto Madeira na época em que os textos jornalísticos eram produzidos na máquina de escrever?

CN – Era amigável. Muitas vezes, quase que diariamente, um repórter precisava esperar o outro (repórter) terminar o próprio trabalho para começar o seu. Não havia tanta máquina de escrever à disposição de todos os integrantes da redação.

BLOG - Quantos textos jornalísticos, em média, cada jornalista produzia na época da máquina de escrever?

CN – Olha. Quem era repórter-redator (a grande maioria era isso mesmo) produzia até três textos de 30 linhas. O material era passado para o copidesque corrigir e passar para o editor de cada setor.

BLOG - Quanto tempo, em média, era necessário para a execução de todas as tarefas realizadas na redação?

CN – Apenas um período: manhã ou à tarde. Isso para o repórter-redator, já que o fechamento da página era de responsabilidade do editor.

BLOG - Em média, quantas horas eram necessárias para a produção de cada edição do jornal (do início do trabalho até o fim da impressão)?

CN – O dia inteiro mais um pouquinho da noite. O jornal era bem atualizado.

BLOG - Como eram realizadas as pesquisas antes da chegada da Internet, na redação do jornal Alto Madeira?

CN – Livros, documentos, jornais de outros estados e até em conversas com outras pessoas do meio jornalístico ou de conhecimento do assunto pesquisado.

BLOG - De que forma chegavam às informações nas redações, antes da utilização da Internet?

CN – Por meio de rádios, revistas, jornais de outros estados e documentos diversos.

BLOG - Em média, quantas horas cada jornalista trabalha diariamente antes da instalação do computador na redação do jornal Alto Madeira ?

CN – No Alto Madeira, sempre valeu-se de um período: manhã ao à tarde. Isso para o repórter-redator. Editor de setor ou editor-chefe, é claro, o horário modificava bastante.
Depois da chegada do computador na redação

BLOG - Em que mês e ano começou o processo de informatização da redação do jornal Alto Madeira?

CN – Não sei precisar. Mas foi no início da década de 90.

BLOG - Houve resistência por parte dos profissionais, com relação a utilização do computador, nas redações?

CN – Claro. Qualquer inovação vem acompanhada de resistência. O Euro Tourinho (Diretor Geral e o maior repórter – em visão jornalística – de Rondônia) até hoje usa a velha máquina de escrever. Ainda não adotou o microcomputador.

BLOG - Qual foi o primeiro setor a receber computadores na redação do jornal Alto Madeira?

CN – O comercial. A redação, por ser maior e contar com maior número de funcionários, ficou para depois.

BLOG - A instalação do computador na redação do jornal Alto Madeira diminui a quantidade de horas necessárias para a execução de todas as tarefas realizadas na redação?

CN – Não. Modificou sim para o setor gráfico, pois, aos poucos, foi diminuindo a digitação de textos produzidos pelo setor de jornalismo.

BLOG -Os jornalistas, diagramadores e repórteres fotográficos fizeram algum curso na área de informática, antes da utilização do computador?

CN – Sim. No Alto Madeira, foi firmado convênio com o Sesc e dado o curso profissionalizantes a todos os integrantes da redação.

BLOG - Quais as vantagens e desvantagens percebidas após a instalação de computadores na redação do jornal Alto Madeira?

CN – Várias vantagens. A agilidade na confecção dos textos. Em seguida, a melhora para se revisar e, por fim, a edição de páginas. Tudo ficou direto na redação. Antes tinha que passar pelo setor de montagem (gráfica) até a imprensa do jornal.

BLOG - Pode-se dizer que o computador revolucionou o processo de produção na redação do jornal e trabalho do jornalista?

CN – Em termo. Tem que se observar outros aspectos. Não foi apenas a redação que foi informatizada. Os demais setores do jornal também receberam o mesmo tratamento na evolução tecnológica. A produção da redação independe de computador, mas do raciocínio e do material humano de boa qualidade.

BLOG - Quanto tempo depois do início da informatização, a Internet passou a ser utilizada na redação do jornal Alto Madeira?

CN – No Alto Madeira, a informatização e a internet chegaram juntas. Perdeu-se o trabalho do telex um pouco do fax.
BLOG - Quanto tempo, em média, foi necessário para você se adaptar a utilização do computador, na produção de textos jornalísticos?

CN – Foi rápido. Demorou mais para o pessoal da digitação de artigos de colaboradores e até páginas sociais, já que alguns desses jornalistas ou não não trabalhavam no jornal. Apenas encaminhavam o material para publicação nas edições.

BLOG - Com relação ao ambiente de trabalho (a redação), o que mudou com a chegada do computador?

CN – No início, nada. A amizade perdurou forte. Uns continuavam esperando outros (início e conclusão do trabalho) para a utilização do computador. Depois, a amizade foi ficando mais distante, já que os textos poderiam ser feitos em outros locais e chegavam à redação em disquete ou pela internet. Hoje, permanece o mesmo, mas com maior intensidade à utilização da internet.

BLOG - Qual a principal dificuldade após a retirada da máquina de escrever da redação do jornal Alto Madeira?

CN – A adaptação ou novo sistema de trabalho.

BLOG - Com a chegada do computador na redação do jornal Alto Madeira ocorreu uma redução na jornada de trabalho dos jornalistas?

CN - Não. Repito, no Alto Madeira sempre se trabalhou em duas equipes: manhã e tarde.

BLOG - Você lembra de alguma história engraçada acontecida após a chegada do computador na redação do jornal Alto Madeira?

CN – Não. Os fatos engraçados são originados por outros motivos (tabalho de campo, falta de conhecimento com termos polícias, políticos, esportivos e outros). Não presenciei fatos engraçados pela chegada da máquina computador na redação.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

História do jornalista Euro Tourinho


O Jornalista Euro Tourinho é um dos jornalistas mais respeitados de Rondônia, ama a profissão e o jornal Alto Madeira.
Aos 88 anos o jornalista dedicou e dedica grande parte de sua vida ao Alto Madeira, passando de repórter para diretor geral até chegar a ser o proprietário. Seu amor pelo jornal faz com que o Alto Madeira continue funcionando mesmo tendo reduzido seus colaboradores de 100 para 16. O Jornalista passou por várias etapas da época do linotipo até a era da informática.
Uma das curiosidades a respeito do Jornalista Euro Tourinho, é que ele até hoje trabalha com uma velha máquina de escrever, por qual tem um carinho especial. Segundo ele nada substitui o prazer de sentar para escrever uma matéria na máquina de escrever.
O Alto Madeira está atravessando uma crise financeira, mas Euro Tourinho acredita que será passageira e que o jornal irá superar e voltar a ser como antes; um jornal com grande respeito e circulação em todo o estado de Rondônia.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Euro Tourinho: Uma história de amor com a velha máquina de escrever

Local de trabalho do jornalista Euro Tourinho, sua velha máquina de escrever é sua companheira há 26 anos.

Juliana Mascarenhas, e Bruna Tomáz conhecendo o local de trabalho e a história do jornalista Euro Tourinho
Texto produzido por Euro Tourinho na máquina de escrever

A história viva do Alto Madeira: EURO TOURINHO

O objetivo deste Blog

Este Blog foi criado por ser um canal de comunicação que nos permite expor as informações obtidas através das pesquisa para a elaboração do Projeto Experimental do trabalho de conclusão de curso de jornalismo das acadêmicas: Bruna Tomaz e Juliana Mascarenhas. Neste espaço contém entrevistas com jornalistas que trabalhavam nos informativos Alto Madeira e O Estadão do Norte no período da informatização das suas redações. Optamos por este blog, por ser um veículo, que permite agregar fotos, vídeos e matérias, sendo que todo este material ficará disponível a qualquer pessoa, através da Internet servindo como referências para a história da imprensa em Rondônia.

Temos o objetivo de relatar história dos jornalistas que passaram pelo período de transição da máquina de escrever para o computador, nos dois jornais de Porto Velho que passaram por este processo. Esperamos que esta exposição seja uma contribuição para as pessoas que se interessem por história, sirva aos acadêmicos de jornalismo, jornalistas entre outros.

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